Air Astana recebeu primeiro jato E190-E2 nesta sexta-feira (14)
Embraer/Divulgação
Uma instabilidade global no sistema de GPS afetou a operação dos aviões da linha E2, da fabricante brasileira Embraer. O problema atingiu principalmente aeronaves da Azul, que opera esse tipo de avião em rotas pelo Brasil.
Segundo a Embraer, a instabilidade não compromete a segurança dos voos. A frota tem sistemas de navegação que permitem a operação mesmo quando há problemas no GPS.
A família de aeronaves E2 tem se tornado uma espécie de galinha dos ovos de ouro da empresa brasileira, que tem sede em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Segundo a revista britânica The Economist, o modelo tem ganhado destaque principalmente pela boa autonomia e pelo baixo consumo de combustível.
A revista lembra que, atualmente, as companhias aéreas precisam esperar até dez anos para receber um avião de fuselagem estreita (aqueles com apenas um corredor entre os assentos) de fabricantes como Airbus e Boeing, rivais da empresa brasileira.
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A alta demanda por viagens aéreas e os problemas na cadeia de suprimentos, que persistem desde a pandemia de Covid-19, aumentaram a procura por aeronaves menores, como o E2. Nesse cenário, a Embraer ganha espaço porque consegue entregar o modelo em menos de dois anos.
"O E2 é uma aeronave muito moderna.
Como é o E2, avião da brasileira Embraer, e por que ele é considerado um sucesso comercial
