A Tekever, empresa portuguesa de drones de vigilância, fechou a primeira etapa de uma rodada que pode chegar a US$ 580 milhões e avalia a companhia em US$ 6,4 bilhões. Segundo o CEO Ricardo Mendes, parte do dinheiro será usada para comprar outras empresas de tecnologia de defesa, em um mercado impulsionado pelo aumento dos investimentos militares na Europa. A companhia, que emprega mais de 1.500 pessoas, também mantém operações na Ucrânia e acaba de ser escolhida pelo Reino Unido para fornecer drones em um contrato que pode chegar a £400 milhões.
Drones feitos em Portugal: startup vira unicórnio de US$ 6,4 bilhões e quer comprar rivais
