Todas as revoluções, mudanças de regime e até inspirações pessoais podem ser representadas por símbolos, signos e falas que ecoam pela eternidade. Todos nós temos símbolos que nos inspiram e que representam força, esperança e liderança.
Grandes histórias sempre passam por símbolos. Um grande exemplo disso é como o nosso país se originou através de uma história baseada em um símbolo.
Afonso Henriques, que se tornou rei de Portugal, em desvantagem contra os mouros, avistou a cruz de Cristo e escutou uma voz divina falar: “In hoc signo vinces”, prometendo a vitória naquela batalha e proteção ao futuro reino.
Após essa batalha, Portugal foi unificado, adotou a cruz de Cristo como símbolo e a levou para o mundo inteiro.
Existem também os casos de líderes que se tornam símbolos, pessoas que ultrapassam o tempo e deixam seus rostos marcados na história, perpetuando-se como símbolos. Podemos aferir isso em figuras políticas, religiosas e até mesmo em grandes homens que foram empreendedores e inovaram em suas áreas.
Ao longo da história, governos repressivos sempre tentaram apagar a imagem de símbolos para que a população venerasse apenas o que eles queriam: o governo.
E, sim, não apenas contra pessoas. Os tiranos já proibiram até mesmo imagens religiosas e culturais, afinal, quanto menos representado um povo for, mais fácil será controlá-lo.
