Presidente Lula em vídeo de 3 de setembro sobre o caso Master
Reprodução
O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o presidente Lula (PT) tire do ar um vídeo publicado em 3 de setembro em que trata do caso Master. A decisão se deu nesta terça-feira (22). Quem solicitou a retirada do ar do material foi Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência.
No vídeo de um minuto e vinte segundos, o presidente diz que o Brasil "não pode ficar refém de vazamentos seletivos" e defende um código de ética para o Judiciário.
"O escândalo do Banco Master é o maior roubo da história do Brasil. Roubaram milhões de pessoas de muitos estados e municípios. O banqueiro, líder do esquema, tem relações com muita gente poderosa. E foi no meu governo que ele foi preso e seu banco fechado. Há suspeita de políticos e agentes públicos envolvidos. Nossa democracia não pode ficar refém de vazamentos seletivos", disse Lula no vídeo de 3 de setembro.
Na decisão dessa terça, Nunes Marques apontou que Lula usou em benefício da candidatura um prédio público e símbolos associados ao cargo de Presidência da República. A Lei das Eleições proíbe essa conduta para fazer campanha.
Agora no g1
"A realização de manifestação de conteúdo eleitoral em cômodo da residência oficial não é, portanto, por si só, proibida.
A pedido de Flávio Bolsonaro, Nunes Marques manda tirar do ar vídeo em que Lula fala do caso Master
