Resumo
A Meta testou atendentes humanos em seu assistente de IA, o Muse, para melhorar a eficiência em tarefas como agendar horários e verificar disponibilidade de produtos.
A funcionalidade, chamada de “concierge humano”, permitia que atendentes humanos assumissem o controle de chamadas telefônicas, mas foi suspensa devido a preocupações com a privacidade dos usuários.
A empresa afirmou que o recurso foi revertido por enquanto, mas continuará desenvolvendo a ferramenta, com o objetivo de aprimorar o sistema e lançá-lo quando estiver pronto.
A Meta estaria testando o uso de atendentes humanos terceirizados em chamadas telefônicas que deveriam ser operadas pelo agente de IA Muse. A funcionalidade experimental, batizada de “concierge humano”, permite que, em algumas ocasiões, atendentes humanos discretamente assumam o controle de uma ligação.
O tal concierge seria um complemento a uma funcionalidade do Muse que permitia aos usuários usar o assistente para contatar estabelecimentos para agendar horários ou checar disponibilidade de produtos, entre outras ações. Os testes vinham ocorrendo desde agosto.
Em mensagens obtidas pela agência Reuters, a empresa explicava que “o Muse agora é capaz de repassar pedidos a um agente treinado, que realiza a chamada e cuida de todo o processo”. Essa operação com auxílio humano, porém, foi encerrada após críticas de funcionários.
