Manchas acastanhadas ou acinzentadas que surgem principalmente nas bochechas, na testa, no buço e no queixo são a marca registrada do melasma, uma condição de pele crônica que afeta principalmente as mulheres.
Exposição solar, oscilações hormonais e predisposição genética se combinam para estimular os melanócitos, células responsáveis por produzir o pigmento da pele, a trabalhar em excesso em determinadas regiões do rosto. O resultado é o acúmulo de melanina em manchas visíveis, que tendem a escurecer ainda mais com a exposição ao sol.
Minimizar ou desaparecer com essas manchas é um problema, e diversos dermocosméticos surgiram com essa promessa. No entanto, por trás dos rótulos de “clareador” nas prateleiras de farmácia, existe um pequeno grupo de ativos com respaldo científico consistente no tratamento do melasma.
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A hidroquinona é um dos ativos mais conhecidos para o tratamento de hiperpigmentações. A substância interfere na produção de melanina e pode ser indicada em casos de melasma. Como pode causar irritação e outros efeitos colaterais quando usada de maneira inadequada, seu uso deve ser orientado por um dermatologista, que também determina a concentração e o período de tratamento.
“A hidroquinona continua sendo referência porque é o ativo mais estudado e o que clareia com mais rapidez. O efeito dela é muito bom.
