A ibogaína, um composto psicoativo extraído das raízes de um arbusto africano, tem ganhado popularidade como tratamento para o vício em opioides e cocaína. Há um novo foco em pesquisas sobre a ibogaína, embora atualmente seja ilegal possuí-la ou prescrevê-la nos Estados Unidos.
O caso também atraiu mais atenção nas redes sociais, inclusive de Presley Gerber, modelo, defensor da saúde mental e filho da supermodelo Cindy Crawford, que faleceu no domingo, aos 27 anos, em uma clínica de reabilitação na Califórnia. A morte de Gerber está sendo investigada pelo Departamento de Polícia de Santa Monica como uma “suspeita de overdose”, segundo um comunicado da corporação. A causa ou a forma da morte ainda não foram confirmadas.
Gerber, que já havia falado abertamente sobre seus problemas com o uso de substâncias, mencionou a ibogaína em uma postagem no Instagram em março, dizendo na legenda do vídeo: “Antes da dose de ibogaína, um momento de tranquilidade antes de tudo mudar, rezando para que seja a última vez que eu precise voltar.”
A ibogaína é uma das várias drogas psicodélicas que têm recebido atenção significativa do governo Trump como potenciais opções de tratamento para pessoas com certos transtornos mentais. E elas podem estar cada vez mais perto de receber a aprovação da FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA).
