O empresário da cantora Dolly Parton, que morreu há um mês, aos 80 anos, entrou com um processo de ordem de restrição contra o sobrinho da artista, Bryan Seaver, quem deu a notícia do falecimento nas redes sociais.
De acordo com informações publicadas pelo TMZ nesta terça-feira (22), Danny Nozell alegou que o parente está o extorquindo para que lhe dê dinheiro. O empresário diz que as ameaças começaram algumas semanas antes do falecimento dela.
Uma das supostas mensagens divulgadas pelo empresário e usadas como prova diz: “Tudo o que eu faço é guerra… todos precisam se preocupar com o que eu posso fazer.”
Seaver também teria escrito: “Eu não sou uma pessoa do entretenimento. Eu sou um assassino” e “Vou dedurar todas as entidades que eu puder invocar”.
Nozell entrou com um processo para que Bryan não interfira nos negócios de Dolly, não interaja com os sócios da cantora e mantenha uma distância de pelo menos 300 metros dos escritórios que gerenciavam a carreira dela.
O sobrinho de Parton, que trabalhava como chefe de segurança, foi demitido no dia 15 de setembro pelo empresário e expulso das propriedades da tia.
Questionado pelo TMZ, Bryan negou as alegações da petição e afirmou que nenhuma das mensagens constituía uma ameaça real. Ele explicou que este comentário se referia a parceiros de negócios específicos que agiram mal, assustaram e intimidaram Dolly Parton, e não a ameaças diretas contra a equipe.
A cantora norte-americana morreu aos 80 anos.
