As ações da Meta Platforms acumulam alta de 20,07% desde 8 de setembro de 2026. Foram de US$ 613,48 para US$ 736,60 na Nasdaq. Na sessão de 2ª feira (21.set.2026), as ações dispararam 11,43%, para US$ 741,25 -a maior alta diária em mais de 1 ano-, e levaram o valor de mercado da companhia a US$ 1,89 trilhão.
O avanço se deu pela rápida adoção do Muse, agente de IA (inteligência artificial) autônomo. O aplicativo chegou ao 1º lugar entre os gratuitos mais baixados da App Store dos Estados Unidos na 6ª feira (18.set.). Nesta 3ª feira (22.set.), os papéis recuaram 0,63%, a US$ 736,60, em um movimento de acomodação após a forte alta da sessão anterior.
ADOÇÃO DO MUSE
O aplicativo somou mais de 730 mil downloads nos EUA nos 10 primeiros dias após o lançamento.
O desempenho levou bancos a revisarem suas projeções para as ações da Meta. Na 2ª feira (21.set.), Ken Gawrelski, do Wells Fargo, elevou o preço-alvo da ação de US$ 640 para US$ 796, citando a tração inicial do Muse.
Segundo a plataforma de dados TIKR, 63 casas de análise acompanham a Meta. São 47 recomendações de compra, 9 de “outperform” -quando o analista espera que a ação tenha desempenho superior ao de seu índice de referência ou de empresas comparáveis- e 6 de manutenção.
Não há recomendações de venda. O preço-alvo médio para a ação é de US$ 758.
EFEITOS NOS CHIPS
O avanço das ações da Meta também repercutiu nas fabricantes de chips.
