O comunicado divulgado após a reunião realizada à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, estabelece a intenção dos países de aplicar, de acordo com suas respectivas legislações, congelamento de ativos, restrições de visto e imigração e responsabilização criminal de pessoas que forneçam conscientemente apoio material, inclusive logístico, às organizações incluídas na iniciativa. A primeira ação do grupo mira 24 organizações.
Na lista estão: Mara Salvatrucha, a MS-13, Tren de Aragua, Carteles Unidos, Cartel del Golfo, La Nueva Familia Michoacana, Cartel del Noreste, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel de Sinaloa, Gran Grif, Viv Ansanm, Los Lobos, Los Choneros, Barrio 18, Cartel de los Soles, Clan del Golfo, Chone Killers, Los Viagras, Cartel de Juárez, dissidências das FARC, ELN, Sendero Luminoso e Los Tiguerones. Também aparecem formalmente na relação as duas maiores facções criminosas brasileiras: Primeiro Comando da Capital, o PCC, e Comando Vermelho, o CV.
A declaração foi divulgada em nome dos governos dos Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago. Brasil e México não fazem parte da iniciativa.
O documento estabelece três pilares para o Escudo das Américas: econômico, segurança e coordenação multilateral.
