Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, afirmou nesta terça-feira (22) que o enfrentamento às facções criminosas não pode durar mais de dois anos.
A declaração foi feita durante uma agenda de campanha no Vale do Paraíba. Pela manhã, Renan participou de uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP). Após a celebração, o candidato conversou com apoiadores e concedeu rápida entrevista à imprensa, na qual apresentou propostas para a segurança pública.
“Nós precisamos destruir as facções criminosas. […] Nós precisamos prender todos os líderes dessas facções. Prender por muito tempo”, afirmou.
Renan classificou o enfrentamento às organizações criminosas como uma “guerra” e defendeu uma atuação coordenada entre o governo federal, os estados e as forças de segurança. “É uma guerra que não pode durar mais do que dois anos. É uma guerra que o presidente da República tem que coordenar junto com o governo e com as polícias”, disse.
O candidato já havia defendido uma política de enfrentamento às facções durante uma sabatina ao SBT, em agosto. Na ocasião, no entanto, estabeleceu um prazo menor para atingir o objetivo. “Nós temos um ano para destruir a vida desses caras. Esses caras estão tornando a vida dos brasileiros um inferno e nós precisamos, em um ano, destruir as facções”, afirmou à época.
