O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira (22) que percebe um “antipetismo muito forte” entre os eleitores e indicou que as críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) devem ganhar espaço na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da disputa presidencial.
A declaração foi dada durante agenda em Barueri, na Grande São Paulo, ao ser questionado sobre o desempenho de Flávio na pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira (21) e sobre o que poderia fazer para ajudar o aliado nas últimas semanas de campanha.
“A gente teve oscilação na margem de erro. Primeiro, acho que é normal em pesquisa. Isso está dentro da estatística”, declarou.
Na Quaest mais recente, Lula aparece com 37% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio registra 33%. Na comparação com a rodada anterior, Flávio oscilou dois pontos percentuais para cima e Lula, um ponto. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em uma simulação de segundo turno, Flávio registra 42% e Lula, 41%, também em situação de empate técnico considerando a margem de erro.
Ao falar sobre a estratégia para a reta final, Tarcísio disse que a campanha deve buscar o eleitor por meio do “corpo a corpo” e explorar principalmente críticas à situação econômica e ao governo federal.
“É uma situação onde o brasileiro está endividado, onde as famílias estão passando dificuldade.
