O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta 3ª feira (22.set.2026), na abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, o fortalecimento do multilateralismo e a reforma do Conselho de Segurança. Também abordou conflitos internacionais, soberania, não interferência em assuntos internos e a necessidade de ampliar a capacidade de negociação da organização. Leia a íntegra (PDF - 180 kB).
O discurso durou cerca de 20 minutos. Lula foi aplaudido 4 vezes: ao ser anunciado, antes de subir à tribuna; ao afirmar que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém”; ao citar o reconhecimento do tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade; e ao encerrar o discurso.
O discurso foi voltado principalmente ao público interno. O termo mais usado pelo presidente foi “democracia”, citado 5 vezes no discurso. “Vontade popular” apareceu 2 vezes.
Ao falar das eleições brasileiras, Lula afirmou que não permitirá que “inimigos da democracia”, internos ou externos, atentem contra a vontade popular.
As palavras “eleição”, “eleitoral” e “eleitorais” foram citadas 1 vez cada.
Leia os principais assuntos abordados por Lula em seu discurso:
autoelogio - Lula começou o discurso louvando a si próprio, um “operário que ganhou 3 vezes” a eleição para presidente, lutou “contra a ditadura” e “derrotou um golpe de Estado”.
