O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou que ACM Neto teve os sigilos bancário, fiscal e telefônico quebrados no âmbito das investigações do caso Banco Master. Segundo o magistrado, as medidas foram autorizadas nas Petições 16.400 e 16.461, relacionadas à Operação Compliance Zero, e permaneciam sob sigilo para não comprometer uma eventual nova fase ostensiva da investigação.
A informação consta da manifestação apresentada por Mendonça ao presidente do STF, Edson Fachin, em resposta às acusações feitas pelo ministro Alexandre de Moraes sobre sua atuação na condução das investigações do Master e da Operação Sem Desconto.
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No documento, Mendonça contestou um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) que levantou a hipótese de que o ministro teria adotado critérios diferentes ao analisar investigados de campos políticos distintos.
Para sustentar essa avaliação, o relatório comparou Antônio Carlos Magalhães Neto, investigado na Compliance Zero, com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, investigado na mesma operação da corporação.
“(...) O relator manifestou percepção de que ACM Neto, candidato ao Governo do Estado da Bahia, aparentaria estar exercendo atividade de representação de interesses dentro dos limites do permitido.
