O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dedicou o trecho final do discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) para falar sobre o processo eleitoral brasileiro. Durante pronunciamento em Nova York, o petista disse que os brasileiros vão escolher, no dia 4 de outubro, entre a "democracia" e o "negacionismo".
Ele também defendeu a soberania e o sistema eleitoral do Brasil. E disse que o país não permitirá interferências externas no processo de escolha do próximo governante.
"Quero concluir com uma mensagem sobre o meu país a todos os que nos ouvem. No dia 4 de outubro, milhões de brasileiras e brasileiros vão às urnas para definir o seu destino. Não vão apenas eleger o presidente da República, governadores estaduais e representantes do Poder Legislativo. Vão decidir entre democracia e negacionismo. Se o Brasil vai avançar rumo a um futuro de mais oportunidades ou regressar a um passado de exclusão", disse Lula.
"Teremos um pleito transparente e competitivo, em que todos os candidatos desfrutam da mais ampla liberdade de expressão. Sabemos que alguns abusam dessa liberdade para se associar a interesse de estrangeiros contrários ao país. Não subestimamos o desafio da rede de desinformação no debate público durante a campanha. Mas possuímos um sistema eleitoral moderno", declarou.
"E sob o olhar atento de uma cidadania plural e de uma imprensa livre não permitiremos que os inimigos da democracia internos e externos atentem contra a vontade popular.
Na ONU, Lula diz que, nas eleições, brasileiros vão escolher entre democracia e negacionismo; e que não permitirá interferências
