A inteligência artificial começa a deixar a fase dos testes para entrar nas operações das empresas. Na quarta edição do Comex Tech Forum (CTF), essa mudança apareceu acompanhada de uma questão mais complexa: como transformar a tecnologia em resultado sem perder de vista custos, produtividade e preparação das equipes.
Promovido pela Logcomex em 2 de setembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, o encontro levou a discussão para situações que já fazem parte da rotina corporativa. Definir onde a IA pode trazer ganhos, avaliar o investimento, organizar processos e preparar profissionais para trabalhar com novos recursos estiveram entre os desafios abordados.
“O nível das pessoas que vêm ao evento subiu muito. As empresas estão nessa transição para entender como colocar a IA de fato em suas operações, e existe uma curva de maturidade acontecendo”, afirma Helmuth Hofstatter, fundador e CEO da Logcomex. Segundo ele, o CTF buscou combinar usos atuais da inteligência artificial com questões que devem ganhar importância nos próximos anos.
Resultado vem antes da ferramenta
À medida que recursos semelhantes ficam disponíveis para diferentes empresas, o acesso à inteligência artificial, sozinho, tende a perder força como diferencial. O desafio passa a ser identificar os usos capazes de melhorar processos ou criar oportunidades de negócio.
