Filho de uma faxineira e de um vidraceiro, Anderson Luciano começou a trabalhar aos 13 anos como office-boy de um escritório de contabilidade. Percorria as ruas do Bom Retiro, em São Paulo, entregando holerites, cobranças e documentos. O contato com o trabalho no escritório o levou ao curso técnico e, depois, à faculdade, que começou com o apoio do pai, apesar das dificuldades para pagar as primeiras mensalidades.
De office-boy a empresário, como ele ajudou multinacionais a poupar milhões
