O Google transformou o Android em um sistema operacional completo para notebooks. O novo Googlebook OS, que equipa a primeira geração de Googlebooks, usa a base técnica do Android, incorpora recursos de desktop herdados do ChromeOS e mantém um ambiente Linux completo para programas e ferramentas mais avançadas.
Isso permite que aplicativos da Play Store rodem de forma nativa, enquanto o usuário também mantém acesso a janelas convencionais, Chrome com extensões, programas web e ferramentas Linux. O sistema estreia nos novos laptops de Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo, com preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos.
Como o Android virou sistema de notebook?
O Googlebook OS é construído sobre a pilha de tecnologia do Android, mas recebe o que o Google chama de “fundamentos de desktop” do ChromeOS. Isso inclui gerenciamento de janelas, navegador Chrome em versão completa para computadores e integração com periféricos e recursos normalmente esperados de um notebook.
A principal diferença em relação aos Chromebooks atuais está na forma como os aplicativos Android funcionam. No ChromeOS, eles dependem de uma camada de virtualização chamada ARCVM. Nos Googlebooks, os apps da Play Store são executados diretamente sobre a base do Android, como acontece em celulares e tablets.
Aplicativos como Photoshop, Lightroom e CapCut poderão ter versões Android executadas nativamente.
