Os juros futuros operavam perto da estabilidade na manhã desta terça-feira (22), com viés de alta nos contratos médios e longos, em sintonia com o avanço do dólar. A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) teve efeito mais limitado na ponta curta da curva, enquanto o cenário externo mostrava recuo do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries.
Às 9h15, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 13,550%, ante 13,547% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 subia para 13,760%, de 13,712%, enquanto o DI para janeiro de 2031 avançava para 13,960%, de 13,912% no ajuste de segunda-feira (21).
O movimento indicava estabilidade maior nos vencimentos mais curtos e alta mais clara nos prazos médios e longos. A dinâmica acompanhava o comportamento do dólar, que subia ante algumas moedas de países emergentes e exportadores de commodities, como peso mexicano, rublo russo e dólar australiano.
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No exterior, o petróleo e os rendimentos dos Treasuries recuavam, mas esse alívio não impedia a pressão observada na parte mais longa da curva doméstica. O mercado mantinha atenção sobre a leitura da ata do Copom, com repercussão mais contida nos contratos de prazo mais curto.
