Em entrevista ao programa A Força do Agro, a coordenadora do Senar-SP Ingrid Lana explica a importância de controlar custos e detalha o modelo da ATeG.
O sucesso de uma propriedade rural depende tanto da produtividade das lavouras quanto do controle rigoroso das contas. Para auxiliar pequenos e médios agricultores a calcular despesas e elevar a rentabilidade, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-SP) desenvolve um programa contínuo de consultoria gratuita. Na segunda-feira 21 a coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar-SP, Ingrid Lana, participou do programa A Força do Agro, da Revista Oeste, e detalhou o impacto da gestão financeira no campo.
Segundo a especialista, a maior parte dos produtores conhece o valor total obtido na venda da colheita, mas desconhece os custos reais envolvidos em cada etapa do ciclo produtivo. Essa falta de controle orçamentário compromete a saúde financeira do negócio.
“Muitos produtores sabem por quanto venderam a safra, mas ignoram o custo exato de produção”, afirmou Ingrid. “Expandir a colheita sem conhecer os custos pode ampliar prejuízos caso a margem operacional seja negativa.”
As etapas da ATeG e o papel da gestão financeira no campo
Diferente do suporte agronômico tradicional, focado apenas no manejo das plantas ou dos animais, a metodologia da ATeG prioriza a administração das contas e a redução de desperdícios.
