Atual quarta maior produtora de gás natural no Brasil, com pouco mais de 2 milhões de metros cúbicos extraídos diariamente em Alagoas, a Origem Energia prevê antecipar a entrada em operação de parte de suas usinas termelétricas contratadas no LRCap (Leilão de Reserva de Capacidade).
A empresa, fundada há uma década pela engenheira de petróleo Luna Viana e hoje controlada pela gestora de ativos Prisma Capital, construiu uma história de sucesso a partir de ativos “onshore” deixados de lado pela Petrobras e depois revitalizados.
No Polo Alagoas, a produção subiu de 4 mil para 20 mil barris por dia de óleo equivalente entre 2022 e 2026, sendo o gás natural não associado quase 80% disso.
Esse crescimento acelerado posicionou a Origem em um lugar de destaque ao lado de outras produtoras independentes, como Prio, Brava e PetroReconcavo.
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Agora, a companhia tenta replicar o “case” Alagoas no Polo Tucano Sul, um conjunto de quatro campos terrestres no interior da Bahia arrematados na oferta permanente da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) em 2022.
O CEO da Origem, Luiz Felipe Coutinho, afirma que a ideia é começar o desenvolvimento dos campos neste quarto trimestre. Um ou dois poços, segundo ele, devem ser perfurados em 2027.
