Muito presente na rotina de banho, o esfoliante corporal costuma ser tratado como um item de beleza que deixa a pele “mais macia”. Mas, não é só isso que o produto faz. Ele tem uma função bem definida, que é remover as células mortas acumuladas na camada mais superficial da pele, a chamada camada córnea.
Esse processo de renovação celular acontece naturalmente, mas costuma ficar mais lento com o avançar da idade e com a exposição a fatores externos, como sol e poluição. Quando isso acontece, a pele costuma ficar mais opaca, áspera e com textura irregular, sendo necessária uma esfoliação.
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“A camada córnea é formada por células queratinizadas, os corneócitos, que estão organizadas em meio a uma matriz de lipídios. Essas células passam naturalmente por um processo contínuo de renovação e descamação, porém, no processo de esfoliação, aceleramos o seu desprendimento. Com isso, a superfície da pele tende a ficar mais lisa, uniforme e com menos aspereza”, explica Samara Kouzak, dermatologista.
Existem dois tipos principais de esfoliante: o físico, que é feito em casa mesmo, e o químico, que é feito em consultório.
O físico faz uma leve abrasão mecânica na pele por meio de partículas sólidas, como grânulos, açúcar ou microesferas.
