Um posto de gasolina da Terrible's, na Sunset Road, exibe os preços dos combustíveis enquanto um avião da Southwest Airlines se prepara para pousar no Aeroporto Internacional Harry Reid, na sexta-feira (18), em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Bizuayehu Tesfaye/Las Vegas Review-Journal via AP
Sob o sol forte do sul do Texas, Quinten Martinez acompanha os números subirem rapidamente no visor da bomba de combustível. Aos 28 anos, o entregador da Amazon lembra de quando abastecer o carro não exigia escolher qual despesa caberia no orçamento.
“Vai ter dinheiro para comprar comida nesta semana?”, questionou. “Ou vamos colocar gasolina no tanque para conseguir ir trabalhar?”
A dúvida de Martinez traduz para o cotidiano de muitos americanos uma das consequências econômicas da guerra dos Estados Unidos com o Irã.
A disparada da gasolina aperta o orçamento das famílias, eleva os custos de pequenos negócios e aumenta a insatisfação com o presidente Donald Trump às vésperas das eleições legislativas de novembro.
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Na semana passada, em um evento de campanha na Carolina do Norte, Trump minimizou o impacto da disparada dos combustíveis.
“Está um pouco mais alto. É um preço muito baixo a pagar pelo que fizemos”, afirmou Trump sobre a guerra, descrita por ele como necessária para impedir que o Irã obtenha uma arma nuclear.
Gasolina sobe nos EUA e Trump diz que alta é 'baixo preço a pagar' por guerra no Irã
