O candidato à Presidência pelo PL (Partido Liberal), Flávio Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (21) que, se eleito, terá uma relação “pragmática economicamente” com a China.
“Minha relação vai ser sempre pragmática economicamente. Vamos fazer o que for melhor para a nação brasileira, diferente do atual governo, que declara guerra aos Estados Unidos e lambe bota da China. O Brasil é muito maior que isso. A gente não tem que escolher um lado”, disse o candidato durante comício em Natal (RN).
Flávio afirmou que seu objetivo no comando do governo brasileiro seria atrair investimentos para o país. Segundo ele, “o mundo inteiro” está só esperando trocar o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para “chover investimentos”.
“Temos que andar junto com todas as nações que sejam desenvolvimentistas, que queiram investir no Brasil, transferir tecnologia para o Brasil. Minhas negociações como presidente da República, tanto com os Estados Unidos quanto com a China, tanto quanto com Israel quanto com o Oriente Médio, vão ser sempre pensando no que vai ser melhor para o Brasil.”
Flávio nega ajuda do governo americano em campanha | CNN 360°
A declaração de Flávio acontece após a CNN mostrar que a China tem monitorado a campanha presidencial do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
