A 81ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que começa nesta terça-feira (22) em Nova York, promete ser uma das mais importantes da história recente da entidade. O encontro, que se estende até 28 de setembro, reunirá dezenas de chefes de Estado e de governo para discursos e reuniões paralelas sobre os principais temas da agenda internacional.
Segundo o analista sênior de Internacional, Américo Martins, entre os líderes esperados para discursar, alguns estarão mais atentos às suas próprias disputas eleitorais internas do que às demandas da comunidade global.
É o caso de Lula, que enfrenta eleições no Brasil, e também de Donald Trump, que terá pela frente eleições para o Congresso americano em novembro, consideradas muito perigosas para ele.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, figura central no tabuleiro geopolítico mundial, também participa do encontro em meio a dificuldades eleitorais em Israel, com pleito previsto para outubro.
Outros discursos relevantes incluem o de Volodymyr Zelensky, da Ucrânia, e o de Delcy Rodríguez. “Vai ser a estreia da nova líder da Venezuela nas Assembleias Gerais da ONU”, destacou Martins durante o Hora H desta segunda-feira (21).
O futuro da ONU em debate
Segundo Américo Martins, para além dos discursos, o encontro será marcado por discussões cruciais sobre o próprio futuro da organização.
