O ex-operador da Vitol Javier Aguilar foi condenado nos Estados Unidos a 48 meses de prisão por participar de esquemas internacionais de pagamento de propina que envolveram a mesma empresa que, em 2020, admitiu ter corrompido funcionários da Petrobras em um caso relacionado à Lava Jato.
A condenação foi anunciada na 6ª feira (18.set.2026), porém trata dos esquemas no Equador e no México, e não das acusações relacionadas à estatal brasileira.
Aguilar, de 52 anos, trabalhou como operador de petróleo e commodities no escritório da Vitol em Houston. Ele foi condenado por participar de um esquema de propinas no Equador e se declarou culpado, em agosto de 2024, por outro esquema envolvendo funcionários da Procurement International, subsidiária da estatal mexicana Pemex.
Os casos envolveram mais de US$ 1 milhão em propinas e contratos de petróleo e gás que somaram mais de US$ 500 milhões.
VITOL NO BRASIL
Em dezembro de 2020, a Vitol fechou um acordo com o DOJ (Departamento de Justiça dos Estados Unidos) e admitiu ter participado de esquemas de corrupção no Brasil.
