A família de Charlie Kirk responsabilizou a universidade de Utah, Utah Valley University (UVU), pela falta de segurança no evento em que o ativista conservador foi morto em 10 setembro de 2025. Os advogados da família afirmam que a instituição ignorou alertas da equipe de Kirk.
A família afirma que a universidade poderia ter evitado a morte se tivesse feito uma avaliação adequada dos riscos, controlado o acesso aos telhados e reforçado a segurança do evento. A UVU afirmou que recebeu a notificação e que tratará o caso de acordo com seus procedimentos legais.
As acusações constam de uma notificação judicial apresentada pela família em 9 de setembro. As informações são do jornal britânico The Guardian.
Alerta sobre telhados
Segundo a notificação, integrantes da Turning Point USA, organização fundada por Kirk, alertaram a polícia da universidade sobre o acesso de estudantes aos telhados próximos ao local do evento.
O chefe da polícia da UVU, Jeffrey Long, teria respondido que cuidaria da situação. A família afirma que a universidade, mesmo ciente do risco, não controlou adequadamente o acesso aos telhados.
Kirk participava de um evento no campus em Orem, no Estado de Utah, quando foi atingido por um disparo feito de um prédio da universidade. Cerca de 3 mil pessoas estavam no local.
Os advogados também afirmam que a universidade não fez uma avaliação adequada dos riscos, não estabeleceu um perímetro de segurança e não monitorou as câmeras de segurança em tempo real.
