Leia este início ouvindo “Yakuza 0 Theme” para uma experiência completa.
Todo mundo que olha pra Yakuza já pensa que é um jogo de luta padrão, com histórias de máfia clichê. Se isso já te atrai, parabéns, você foi procurar ouro e achou diamante sem nem saber. Mas se foi exatamente esse pensamento que te afastou do jogo até hoje, tenho uma boa notícia: ainda dá tempo de dar uma chance.
Claro que não dá pra fugir da parte da luta, mas pensa: você prefere um jogo normal de luta que usa armas ou punhos, ou um jogo de luta em que você pode pegar um carrinho de compras, ou talvez um poste de telefone, e bater no inimigo? E reza a lenda que o protagonista da franquia nunca matou ninguém, ainda por cima.
“Ah, mas continua sendo um jogo de luta.” Não mesmo. Você já viu algum jogo que é só de luta te deixar cantar karaokê com seus amigos? Já viu poder administrar seu próprio cabaré e ainda customizar as funcionárias, escolhendo roupas e maquiagem? Ou, mais simples, poder pegar pelúcia em uma máquina de garra?
Yakuza é diferenciado. Confie em mim.
Antes de Like a Dragon, tem uma origem que você não deveria pular
Você provavelmente conhece Like a Dragon, a saga do Ichiban. Mas sabia que essa história não começou lá? A saga anterior se chama Yakuza e conhecê-la faz toda diferença pra jogatina de Like a Dragon.
