O Banco Mundial e o FMI (Fundo Monetário Internacional) anunciaram nesta segunda-feira (21) que seus conselhos executivos aprovaram as reformas propostas para o quadro conjunto de avaliação da dívida de países de baixa renda, a fim de refletir um ambiente mais complexo e arriscado.
Uma revisão conjunta, a primeira desde 2017, recomendou mudanças em várias áreas, incluindo uma análise mais aprofundada da dívida interna e a ampliação da análise dos desafios de desenvolvimento de longo prazo, abarcando as mudanças climáticas.
As reformas visam melhorar a análise dos riscos à sustentabilidade da dívida, aperfeiçoando a forma como a capacidade de endividamento dos países é medida e introduzindo novas ferramentas para avaliar a sustentabilidade.
Por fim, o Banco Mundial e o FMI trabalharão para aprimorar as “ferramentas de realismo” e os testes de estresse utilizados para garantir a consistência e a precisão das previsões, ao mesmo tempo em que incentivam os países a melhorar a transparência dos dados sobre a dívida, informou o Banco Mundial.
O FMI e o Banco Mundial utilizam a estrutura de sustentabilidade da dívida para analisar e avaliar a capacidade de um país de contrair mais crédito sem comprometer sua capacidade de honrar os empréstimos existentes.
