MUNDO - A escolha de Meryl Streep para dar voz a Aslan na nova adaptação de As Crônicas de Nárnia, dirigida por Greta Gerwig, provocou uma onda de críticas nas redes sociais. Grupos ‘cristãos’ questionaram a decisão e acusaram a produção de promover uma suposta “agenda woke” ao escalar uma mulher para interpretar o personagem.
As críticas ganharam força depois da divulgação das primeiras informações sobre Nárnia: O Sobrinho do Mago, filme que adapta pela primeira vez para o cinema a obra publicada por C. S. Lewis em 1955. Na história, Aslan é o leão que dá vida ao mundo de Nárnia e é associado a uma representação de Jesus Cristo.
Um dos usuários que criticaram a produção afirmou no X que “outra adorada história está sendo arruinada pela Hollywood woke e anticristã”. Na publicação, também questionou a escolha de Meryl Streep para a voz de Aslan e mencionou outras características visuais do personagem, como os olhos heterocromáticos e uma listra vermelha.
Outro comentário classificou a produção como uma adaptação infiel e comparou a proposta ao seriado O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. As manifestações, no entanto, partem da interpretação dos usuários sobre as escolhas criativas da nova adaptação.
🔎Mas o que significa “agenda woke”?
O termo “woke” nasceu no inglês afro-americano e originalmente estava relacionado à ideia de estar atento a questões de injustiça racial e social.
