A primeira-dama Janja e o ex-conselheiro do Corinthians Manoel Ramos Evangelista, conhecido como Mané da Carne, fecharam um acordo judicial. A ação por danos morais começou em janeiro de 2023, depois de Evangelista chamar a mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “putana” nas redes sociais.
A defesa de Janja pediu inicialmente R$ 50 mil de indenização e retratação pública. Os advogados afirmaram que a publicação tinha conteúdo machista e misógino e atingia a honra da primeira-dama. No entanto, de acordo com o jornal O Globo, ela aceitou uma proposta de R$ 5 mil.
Acordo de Janja está sob sigilo
O processo tramita na 3ª Vara Cível do Foro Regional XI, em São Paulo. As partes pediram a homologação do acordo em 27 de agosto de 2026. Em 16 de setembro, a Justiça deu 15 dias para a defesa de Evangelista se manifestar sobre os termos de cumprimento. A Justiça mantém os termos do acordo sob sigilo.
O ex-conselheiro Mané da Carne acumula outros episódios controversos. Em 2024, a Polícia Civil de São Paulo pediu seu indiciamento por injúria racial contra dois conselheiros do Corinthians. Evangelista, porém, negou a ofensa e afirmou ter usado outra expressão.
Em 2021, ele foi alvo de uma representação por mensagem machista contra uma conselheira do clube. O Conselho de Ética do Corinthians arquivou o caso em dezembro daquele ano.
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