Quatro horas de duração e o auxílio da inteligência artificial apresentam uma abordagem crítica sobre a trajetória do magnata Elon Musk no documentário “Musk”, dirigido por Alex Gibney, vencedor do Oscar por “Um Táxi para a Escuridão” (2007).
“Musk” estreou no início de setembro no Festival de Cinema de Veneza, um dos mais conceituados do cinema. A obra acompanha a ascensão de Elon Musk desde os primeiros negócios durante a era da internet do empresário até a consolidação de sua influência por meio de empresas como Tesla, SpaceX e da rede social X (antigo Twitter).
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O filme também investiga a concentração de poder em torno de Musk e sua crescente participação no debate político.
Gibney disse que começou a trabalhar no projeto em 2023 e que, inicialmente, havia planejado um filme menos ambicioso. O escopo, porém, foi ampliado conforme Musk passou a ter participação mais direta na política norte-americana.
“Pretendíamos fazer um filme mais curto antes que ele se envolvesse com a carreira de Donald Trump e a Presidência dos Estados Unidos”, declarou Gibney.
O diretor disse que a primeira coisa foi entrar em contato com Musk, que se recusou a dar entrevistas para o projeto. Ele, então, recorreu à IA para dar seguimento.
