A primeira alta de juros do Federal Reserve em três anos inaugurou uma nova reviravolta na já incomum relação entre o presidente Donald Trump e o banco central mais poderoso do mundo.
Trump chamou atenção na noite de quarta-feira ao sugerir que deu a Kevin Warsh, o presidente do Fed escolhido a dedo por ele, permissão para elevar os juros, mesmo sendo o movimento “errado”.
Quanto uma pequena empresa economiza por mês usando Pix gratuito no Inter?
Novo Nordisk planeja novos lançamentos bilionários até 2030, diz CEO
Rede de cafeterias Starbucks planeja um centro tecnológico global na Índia
O presidente deu a entender que Warsh não teve escolha senão apoiar o aumento de juros porque o chefe do Fed estava em minoria no comitê “hostil” de definição de taxas que ele supervisiona.
“Conversei com Kevin e disse que ele poderia muito bem votar com o conselho porque não ia fazer diferença… Eu disse: “Faça o que quiser porque não importa”, porque ele não tem os votos”, disse Trump a jornalistas.
As declarações levantam muitas questões sobre o quanto, se é que há algum, Warsh está consultando um presidente que tem se mostrado disposto a cruzar linhas vermelhas em sua busca por uma redução drástica nas taxas de juros.
Essas questões são especialmente sensíveis porque o Fed foi concebido para ser isolado dos ventos políticos de Washington.
