Lula e Michelle Bachelet em imagem de 2024
Ricardo Stuckert/Presidência da República
O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) divulgou uma nota na qual reforçou que a região tem mulheres “à altura” de assumir o comando da Organização das Nações Unidas (ONU).
A nota foi divulgada após a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ter anunciado a retirada de sua candidatura, que contava com o apoio do governo brasileiro.
Bachelet desistiu de concorrer ao cargo no sábado (19), após perder apoio do Chile (entenda mais abaixo).
O Brasil vem defendendo que, pelo critério de rotatividade, cabe à América Latina indicar o próximo secretário-geral da entidade, sucedendo o português Antonio Guterres, cujo mandato acaba neste ano. E, além disso, que seja uma mulher.
Agora no g1
A ex-presidente socialista Michelle Bachelet foi inicialmente indicada em fevereiro passado pelo governo do ex-presidente chileno Gabriel Boric, com o apoio de Brasil e México.
Mas sua candidatura perdeu força depois que o novo chefe de Estado chileno, o ultradireitista José Antonio Kast, retirar o apoio.
Após Bachelet desistir de concorrer à ONU, Brasil defende que região tem mulheres 'à altura do cargo'
