Numa tarde de sábado, o som mais comum em qualquer área externa brasileira é o arrasto de uma cadeira de plástico sendo puxada sobre o cimento. Ela aparece em festas de aniversário no quintal, em barracas de praia no litoral nordestino, em calçadas de bares de esquina e em rodas de conversa depois do futebol de várzea. Leve, empilhável e barata, a cadeira monobloco se tornou um dos objetos mais reproduzidos do planeta, e também um dos mais debatidos dentro do universo do design.
A cadeira de plástico com passaporte europeu e alma latino-americana
