'Parece lixo de IA': por que plataformas agora estão 'dedurando' conteúdos feitos com IA
As dúvidas e discussões sobre os riscos da inteligência artificial dominaram o noticiário nos últimos dias. Líderes de grandes empresas de tecnologia têm se posicionado sobre o tema e demonstrado preocupação com a velocidade do desenvolvimento da tecnologia.
O estopim para a discussão foi um texto publicado por Dario Amodei, CEO da Anthropic, empresa dona do Claude. A posição também foi defendida por Sam Altman, CEO da OpenAI, do ChatGPT; Elon Musk, dono do X e da empresa de IA xAI; e Demis Hassabis, presidente do Google DeepMind.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, que controla Instagram, Facebook e WhatsApp, é contrário à ideia, assim como Jensen Huang, CEO da Nvidia. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se opõe à proposta e critica quem defende uma pausa no avanço da IA.
A IA pode ser um risco para a humanidade?
Robôs humanoides e quadrúpedes participam de manifestação que pede regulamentação da inteligência artificial, em Varsóvia, em 7 de setembro de 2026.
SERGEI GAPON/AFP
É importante reforçar que a IA não tem vontade própria, explica Edney Souza, professor da educação continuada da ESPM e especialista em tecnologia e inovação. Segundo ele, a tecnologia apenas completa padrões estatísticos a partir dos dados usados em seu treinamento.
Pense assim: para funcionar, a IA depende de uma grande quantidade de informações.
A IA pode ter vontade própria ou se revoltar contra humanos?
