Durante agenda na capital paulista neste domingo (20), o ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) voltou a falar dos esforços brasileiros no combate às facções criminosas do país.
O presidenciável ressaltou a intenção de enviar ao Congresso o projeto de classificar as organizações como grupos terroristas, algo que, segundo ele, “não depende de decisão nem de europeu e nem de americano”, em referência à postura dos Estados Unidos em categorizar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) da mesma forma em maio deste ano.
Além do projeto para mudança da nomenclatura, Ronaldo Caiado falou de um trabalho de inteligência, com as polícias brasileiras, e ações em conjunto com forças de países vizinhos que podem ser porta de entrada, de escoamento ou fabricantes de entorpecentes ilegais.
“O Brasil tem estrutura para combater e poder cada vez mais libertar a população brasileira do narcotráfico. Basta que o presidente não seja conivente, como é o governo do PT, com o narcotráfico”, declarou.
A pauta da segurança pública já vem sendo defendida pelo candidato desde sua pré-campanha, principalmente com a utilização dos resultados alcançados no âmbito do tema durante sua gestão no estado de Goiás.
Quando o governo americano decidiu classificar PCC e CV como organizações terroristas, Caiado disse à CNN Brasil que enxergava a decisão como “desmoralizante” para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
