A Itália está se preparando para proibir o uso de coberturas faciais nas escolas e limitar o número de estudantes estrangeiros por turma, disse a primeira-ministra Giorgia Meloni neste domingo (20), durante um evento para jovens organizado pelo seu partido Irmãos da Itália.
A Itália está entre os países europeus mais expostos à chegada de migrantes devido à sua localização no Mediterrâneo central, o que faz da migração uma questão sensível e um grande desafio para os sucessivos governos.
A integração de migrantes, particularmente os provenientes de países de maioria muçulmana, continua sendo um tema controverso na política e na sociedade italianas. Debates sobre símbolos religiosos, integração cultural, regras de cidadania e política migratória frequentemente polarizam a opinião pública.
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“Uma medida será apresentada em breve em uma reunião do Conselho de Ministros para estabelecer legalmente um número máximo de estudantes estrangeiros por turma. Ela também exige que pais de estudantes estrangeiros que enfrentem sérias dificuldades de integração ao sistema escolar aprendam italiano e proíbe burcas e niqabs nas escolas”, disse Meloni durante um encontro anual da ala jovem de seu partido, Irmãos da Itália.
