Há duas cenas que ajudam a entender o momento das stablecoins no mundo. Na primeira, um banco de Wall Street anuncia um piloto para liquidar operações entre instituições financeiras alguns segundos mais rápido. Na segunda, um freelancer no Vietnã recebe o pagamento de um cliente americano em dólar digital porque a alternativa bancária levaria dias e custaria uma fatia relevante do trabalho. E, a poucos fusos dali, uma família nas Filipinas recebe a remessa mensal de um parente no exterior pelo mesmo trilho. É a mesma tecnologia. Mas não é, nem de longe, o mesmo problema.
O que a adoção de stablecoins revela sobre os mercados emergentes?
