A Suprema Corte do Iraque condenou um homem a 10 anos de prisão por vender carne de porco anunciada como carne bovina.
Na segunda-feira (14), o açougueiro foi sentenciado com base na lei que proíbe a comercialização de “carne não apropriada para consumo humano”.
O caso ocorreu na cidade de Najaf, considerada sagrada para a religião Islã.
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Lançados ao mar em 1978, pneus preenchidos com concreto transformaram-se em um próspero habitat para peixes, lagostas e diversas outras espécies marinhas
Carne de porco é proibida no Iraque?
A carne de porco é considerada “impura” pelos muçulmanos. No entanto, a lei iraquiana não proíbe sua comercialização, já que uma parcela da população do país, como a minoria cristã, não segue as normas do Alcorão.
O argumento principal para a condenação do açougueiro foi o anúncio do produto como carne bovina.
Um dos residentes de Najaf que comprou a carne falou à AFP, alegando ter comprado um quilo de carne moída por preço abaixo do mercado, sem suspeitar da troca.
A prisão do açougueiro no início do mês repercutiu nas redes sociais do Iraque, levantando debate sobre a segurança dos alimentos vendidos como “halal” ou permitidos pelo Islã.
