Jogos de cartas do Pokémon é inspirado no desenho clássico dos anos 90
Hennzo Pinheiro/Arquivo Pessoal
Brinquedos e colecionáveis que fizeram parte da infância de uma geração movimentam hoje cifras que vão muito além do universo infantil. Adultos passaram a gastar grandes quantias para comprar objetos que remetem à infância, e, em alguns casos, essas peças chegam a valer centenas de milhares ou até milhões de reais.
O mercado de cartas de Pokémon é um dos exemplos mais impressionantes. Uma reportagem do jornal "Financial Times" mostrou que, em fevereiro, uma carta Pikachu Illustrator, de 1998, foi vendida por US$ 16,5 milhões (R$ 84,81 milhões), um recorde mundial.
Outras cartas individuais também foram negociadas por mais de US$ 1 milhão (R$ 5,14 milhões).
Há também casos de cartas compradas por valores baixos que, anos depois, alcançaram preços muito maiores. Uma carta Mario Pikachu, por exemplo, foi vendida recentemente por cerca de £20 mil (R$ 138 mil), depois de ter sido comprada por £30 (R$ 208,20) oito anos antes.
Agora no g1
O dinheiro não vem apenas de grandes colecionadores
Nos últimos anos, quem acompanhou Pokémon desde o início da franquia chegou à faixa dos 30 e 40 anos e passou a ter mais dinheiro disponível para comprar os itens que marcaram sua infância. A nostalgia, nesse caso, se combina com maior poder de compra.
Nostalgia milionária: por que adultos pagam fortunas por brinquedos da infância
