O mercado de carros usados no Brasil até segue aquecido, mas muitos proprietários sentem dificuldades para revender veículos acima de R$ 100 mil. Os fatores são vários, e vão desde a chegada de concorrentes agressivos, como os modelos chineses, que vêm mais equipados e acessíveis do que nunca.
O resultado? O setor se viu com menos estabilidade e forçado a uma redução generalizada de preços nas lojas do país. Essa transformação fez com que a tradicional Tabela Fipe deixasse de refletir os valores reais praticados nas transações diárias.
Para conseguir negociar um seminovo no cenário atual, o vendedor precisa entender quais fatores estão travando a comercialização e aceitar reajustes na pedida inicial. Abaixo, o CT Auto trouxe alguns motivos que podem ajudar a “desencalhar” o usado na revenda:
Modelo pouco procurado
Se um carro não é nem de longe o queridinho dos motoristas e chegou ao ponto de ser considerado um “mico” nas redes sociais, a venda pode ficar mais complicada. Os fatores neste caso são vários, e podem ir desde negócios que não valem a pena até falhas e problemas crônicos tão absurdos que se tornam virais.
Por isso, os carros marcados por esse histórico só são vendidos se o proprietário aceitar repensar a estratégia financeira e optar por medidas como descontos agressivos em relação aos concorrentes.
Quilometragem alta e pouca manutenção
Carros que rodam mais de 15 mil quilômetros ao ano ficam nas últimas páginas dos filtros de busca dos sites de venda.
