INSS
Arquivo/Agência Brasil
O salário mínimo e as aposentadorias têm regras de reajuste que buscam preservar o poder de compra das pessoas diante da inflação.
Mas propostas de mudança nas regras de indexação levantam uma preocupação: o que pode acontecer com esses valores se eles deixarem de acompanhar automaticamente a inflação ou o salário mínimo?
Por outro lado, segundo o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), as despesas com aposentadorias e benefícios devem chegar a R$ 1,218 trilhão em 2027. O dado mostra uma alta de 7,92% em relação à previsão de gastos para 2026, o que pode impactar as contas públicas em meio a um cenário de contenção de gastos.
Na eleição de 2026, os planos de governo dos candidatos à Presidência apresentam propostas para o reajuste do salário mínimo, das aposentadorias e para o futuro da Previdência Social.
Agora no g1
Entre os temas em debate estão a manutenção ou mudança dos mecanismos de indexação, a possibilidade de desindexar benefícios do salário mínimo e novas alterações nas regras previdenciárias.
🔎 Desindexar benefícios significa deixar de vincular automaticamente o reajuste de um benefício a outro indicador ou valor de referência. Hoje, benefícios do INSS (como aposentadoria e o BPC) e o salário mínimo são reajustados pela inflação do ano anterior. Com a desindexação, eles poderiam ter uma regra própria de reajuste, ou então poderiam depender de uma decisão tomada ano a ano pelo governo e parlamentares para o reajuste.
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