O filme Resident Evil traz o melhor do survival horror dos videogames para os cinemas. Com a direção de Zach Cregger (A Hora do Mal e Noites Brutais), ele promete ser o mais impactante da franquia.
Não que seja difícil, já que a Capcom e a Sony Pictures já tentaram contar essa história duas vezes no passado, ambas desagradaram ao público geral e os fãs. É difícil agradar gregos e troianos, mas irritar os dois lados eleva o patamar da adaptação.
Mesmo com uma grande promessa para a versão de 2026, ela traz diversas questões que viverão na cabeça dos entusiastas por algum tempo. Para o bem ou para o mal, fará os espectadores quebrarem a cabeça para digerir seu lado bom e ruim.
Veja quais são os 8 erros e acertos do novo filme de Resident Evil, para se preparar para a sessão nas telonas ou refletir depois de ter visto a obra.
8. Acerto: criar uma história paralela
Um dos pontos certeiros foi se afastar da franquia da Capcom, sem trazer seus grandes heróis e elementos para o longa-metragem. Exceto por algumas referências, o fã não verá nenhum arco saído diretamente dos videogames.
Este tipo de iniciativa foi tentada duas vezes no passado, com críticas negativas e até mesmo um fracasso comercial. Bater na mesma tecla seria um grande erro, logo foi ótimo terem se desviado de outro “flop” completo.
7.
