BRASIL - A definição dos mandos de campo das semifinais da Copa Libertadores de 2026 abriu uma discussão sobre a capacidade dos setores destinados às torcidas visitantes. Estudiantes e Palmeiras podem precisar ajustar a estrutura dos estádios para cumprir as exigências da Conmebol na fase decisiva da competição.
O Estudiantes corre o risco de não poder utilizar o Estádio Jorge Luis Hirschi, conhecido como UNO, no jogo de ida da semifinal contra o Flamengo. A partida está prevista para a semana do dia 14 de outubro, mas o estádio argentino não possui a capacidade mínima exigida para o setor visitante.
De acordo com o Manual de Clubes da Conmebol, os jogos das semifinais da Libertadores precisam ser realizados em estádios com capacidade mínima de 30 mil torcedores e com espaço para pelo menos 4 mil visitantes. O Estádio UNO tem capacidade total de 32 mil pessoas, mas o setor destinado à torcida visitante comporta cerca de 2 mil torcedores.
Estudiantes tenta manter jogo em La Plata
O Estudiantes reabriu o Estádio UNO em 2019 após uma grande reforma e utilizou a arena em confrontos recentes da Libertadores contra o Flamengo. No entanto, o setor visitante é considerado o ponto de maior limitação da estrutura.
Segundo informações da imprensa argentina, o clube avalia alternativas caso não consiga atender às exigências da Conmebol. Entre os estádios cogitados estão o Cilindro de Avellaneda, do Racing, e o La Fortaleza, do Lanús.
