O Brasil, honrosamente, é o primeiro país a ser representado na abertura dos debates da Assembleia Geral da ONU. Essa deferência é uma homenagem ao nosso chanceler à época da criação do Estado de Israel moderno, Oswaldo Aranha, que presidiu a sessão da Assembleia Geral, em 1947.
Mais uma vez, teremos um Assembleia Geral da ONU; esse grande evento se dará na próxima terça-feira (22). Todo mundo aguarda o discurso do nosso presidente, que terá a chance de se portar como verdadeiro estadista, defendendo pautas que se coadunem com nossas tradições judaico-cristãs, como fazem as nações livres e democráticas, sem apoiar o terror fundamentalista islâmico, alheio aos nossos costumes.
Notícias vindas do interior do nosso governo dão conta da intenção do presidente Lula de se encontrar, em Nova Iorque, com o prefeito comunista Zohran Mamdani, numa demonstração ao mundo de desprezo pelo país anfitrião, que atravessa uma crise por causa das medidas do prefeito, que expulsou da cidade os grandes investidores.
Aguardemos que a assessoria da nossa Presidência consiga evitar os discursos espontâneos do nosso presidente, evitando os impropérios verbais que tanto envergonham a nação perante o mundo.
Finalizo pedindo a Deus que nos poupe de vexames mundiais na Assembleia Geral da ONU de 2026. E que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o povo brasileiro.
