A PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou a favor do pedido de Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, para deixar temporariamente a prisão e realizar exames médicos.
Segundo o pedido apresentado ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), a defesa de Henrique relatou sintomas que poderiam indicar uma crise de diverticulite e chegou a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento próxima ao presídio onde está detido.
Por causa disso, pediu autorização para passar por uma consulta com o coloproctologista que o acompanha normalmente e realizar os exames complementares pedidos pelo médico do Pronto Atendimento.
Na manifestação, a PGR afirmou que, embora a avaliação médica feita no presídio tenha apontado que não havia situação de urgência e registrado a prescrição de antibióticos “por obstinação do paciente”, não vê impedimento para que Henrique faça os exames solicitados e se consulte com o médico particular que acompanha seu tratamento.
Segundo a Procuradoria, a saída deve seguir as regras do estabelecimento prisional, que deverá definir a forma mais adequada de viabilizar a realização dos exames.
A decisão final, porém, cabe ao ministro André Mendonça, relator do caso Master, no STF.
