A 15ª edição do Projeto Soja Brasil trouxe à tona discussões sobre a verticalização e a agregação de valor na cadeia produtiva da soja, enfatizando a importância dos biocombustíveis e da economia circular para o setor agrícola.
Desafios e Oportunidades
Durante a abertura do evento, foram abordados os desafios de alinhar a verticalização às condições climáticas para a nova safra. A transformação da soja em produtos com maior valor agregado foi um dos pontos centrais da discussão.
O biocombustível é considerado decisivo para a rentabilidade do setor.
O Brasil deve ocupar um espaço maior na produção de biodiesel, etanol e DDGS.
A reforma tributária e a infraestrutura do setor são fundamentais para a diversificação da produção.
Referência em Economia Circular
A fazenda Horizontina, do grupo Farmap, foi apresentada como um exemplo de economia circular, integrando agricultura, pecuária e indústria. A propriedade produz milho e algodão, e 99% da dieta dos animais é gerada internamente.
Práticas sustentáveis ajudam a reduzir custos e aumentar a eficiência.
Não há produção de resíduos na atividade, destacando a circularidade do processo.
Impacto Climático
O clima é uma variável crucial para o início da safra. A expectativa é de chuvas firmando a partir de 15 de outubro, embora haja cautela quanto ao plantio do milho na segunda safra.
Produtores devem conseguir plantar soja até o final de dezembro.
O sorgo é apontado como uma alternativa viável.
