Na hora de considerar a compra de um carro eletrificado, a capacidade de rodagem é o fator que mais pesa no bolso do consumidor brasileiro. Segundo último levantamento do Webmotors Autoinsights, 62% dos entrevistados que ainda não possuem um modelo híbrido ou elétrico aceitam pagar um valor mais alto se o veículo oferecer uma autonomia maior.
O alcance por carga ou tanque supera outros atrativos tecnológicos e de conveniência entre os potenciais compradores. Assistentes de condução e tecnologia de ponta aparecem em segundo lugar (39%), seguidos por manutenção econômica (38%) e conforto interno (35%).
Entre R$ 100 mil e R$ 150 mil: faixa aceita por 35% dos respondentes;
Entre R$ 150 mil e R$ 200 mil: teto apontado por 14,3% do grupo;
Acima de R$ 200 mil: opção viável para menos de 5% da amostra.
O impacto do test drive na conversão
Para quem já deu o passo e tem um eletrificado na garagem, a experiência prática ao volante é o maior gatilho para fechar o negócio. O levantamento mostra que 35% dos atuais proprietários decidiram pela compra logo após realizarem o test drive, enquanto 25% foram conquistados ao verem o automóvel pessoalmente no showroom.
Esse público de proprietários também demonstra disposição para investimentos maiores: 68% acham aceitável desembolsar até R$ 200 mil na aquisição do veículo.
