A eliminação do Corinthians diante do Estudiantes na Copa Libertadores da América na quarta-feira (16) acendeu o sinal de alerta no clube.
O desempenho apático da equipe, a perda de força na Neo Química Arena e o pênalti desperdiçado por Memphis Depay concentraram as críticas após a partida e abriram um debate profundo sobre os rumos do time.
Com o fim da campanha no mata-mata, o Corinthians volta suas atenções ao Campeonato Brasileiro, onde o objetivo já não é mais sonhar com o G4 ou uma vaga na Libertadores, mas sim escapar do rebaixamento.
“O ano do Corinthians acabou, com o diferencial de que o que sobrou é brigar contra o rebaixamento”, afirmou Nathalia Fiuza das analistas durante o programa.
Ainda no debate, Fiuza apontou que o Corinthians sob o comando de Fernando Diniz perdeu características fundamentais associadas ao trabalho do treinador.
“Os times do Diniz são times muito agressivos com a bola, times com muita energia. O próprio Diniz é um cara muito enérgico à beira do campo, e não se tem conseguido ver isso nesse Corinthians”, observou.
Segundo ela, a equipe se apresenta de forma passiva, sem conseguir se impor dentro de casa. “Um Corinthians que se toma um gol, tá tudo bem; se não faz o gol, também tá tudo bem”, completou.
Os números reforçam a preocupação.
